Após a morte de seu marido, ela passou a ser titulada como Rainha-Mãe, para evitar confusão com sua filha, de mesmo nome.
Ela foi a última rainha consorte da Irlanda e imperatriz da Índia a morrer, tendo seu funeral presenciado por Mary Mc Aleese, então presidente da Irlanda. Quando se casou, em 1923, ela adquiriu o título de duquesa de York, já que seu marido era o segundo filho do então rei, Jorge V, e não o herdeiro aparente da Coroa britânica.
Ela ficou famosa pelo papel que desempenhou para apoiar moralmente seu povo durante Segunda Guerra Mundial. Anos mais tarde, Elizabeth foi considerada o membro mais popular da Família Real Britânica.
Segunda Guerra Mundial
Durante a Segunda Guerra Mundial, o rei e rainha tornaram-se símbolos da resistência, e Elizabeth recusou-se publicamente a deixar Londres durante a blitz, não dando atenção aos avisos do gabinete de viajar para o seguro Canadá. "As princesas não irão embora sem mim; eu não irei embora sem o Rei, e o Rei nunca irá embora", disse ela.Até mesmo o Palácio de Buckingham foi atingido. Por segurança e razões familiares, o Rei e Rainha não passavam a noite no palácio, mas sim no Castelo de Windsor, a uns 35 km (20 milhas) a oeste do centro de Londres, local onde as princesas já estavam durante todo período de guerra.
Adolf Hitler chamou-a de "a mulher mais perigosa da Europa" e disse que "Se Churchill é o homem que tenho que mais temer, então é ela a mulher que tenho que mais temer".

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