Golden Jubilee
Palace
domingo, 26 de junho de 2011
Jubilee
sábado, 18 de junho de 2011
Perfil Real
A rainha é chefe de Estado no Reino Unido. Como um monarca constitucional, Sua Majestade não 'regra' do país, mas cumpre importantes funções cerimoniais e formais com relação ao Governo. Ela também é Fonte de Justiça, Chefe das Forças Armadas e tem importantes relações com as Igrejas estabelecidas da Inglaterra e Escócia.
Em seus papéis honorário dentro das Forças Armadas, os membros da Família Real realizam visitas regulares relacionadas com operações no Afeganistão e, anteriormente, no Iraque.
Grã-Bretanha moderna é uma sociedade multi-cultural, multi-fé, composta de cristãos, muçulmanos, hindus, judeus, sikhs e pessoas de outras religiões. Isso se reflete no trabalho dos membros da rainha e da Família Real.
The Queen and other religious faiths
Como Chefe de Estado, a rainha deve ser politicamente neutra. Sua Majestade e sua família nunca votar ou candidatar-se a qualquer posição política ou de outra forma. Isto permite-lhes dar continuidade e foco para a unidade nacional.
sábado, 11 de junho de 2011
Elizabeth II
O príncipe William e sua esposa Catherine participaram neste sábado, pela primeira vez, no aniversário oficial da rainha Elizabeth, um dos acontecimentos mais notáveis da vida da realeza britânica.
William, que foi nomeado em fevereiro coronel honorário dos Irish Guards, participou pela primeira vez no desfile a cavalo, ao qual assistiram outros membros da família real, entre eles o príncipe Charles e a princesa Anne.
Kate acompanhou a cerimônia numa carruagem junto a Camilla, esposa de Charles, e do príncipe Harry,
A jovem duquesa de Cambridge - seu título oficial - foi aclamada pela multidão ao longo do percurso.
A rainha Elizabeth, particularmente sorridente, festejou assim oficialmente seu 85 aniversário. seu aniversário é festejado oficialmente em junho, quando o clima é mais brando, com uma cerimônia marcada pelo chamado "Trooping the Colour", a "saudação à bandeira".
Elizabeth II: o segredo do charme da família real britânica
Em suas mãos está não apenas o titulo de chefe de estado da Grã-Bretanha, mas também a missão de manter a tradição e a pompa que são a marca da família real do país. E a rainha Elizabeth II tem, mais uma vez, a chance de comover e cativar seus súditos – e o restante do planeta – com uma suntuosa cerimônia: a do casamento de seu neto, o príncipe William, com Kate Middleton. Mesmerizar o mundo com o encanto das tradições reais é uma das marcas registradas desta rainha, que conseguiu atingir o mais longevo reinado da Grã-Bretanha justamente em tempos em que a própria sobrevivência de um arcaísmo como a monarquia já é um espanto.
“Uma rainha que não gesticula. Está sempre com os dedos entrelaçados sobre o colo ou com as mãos espalmadas junto ao corpo. Protocolo para ela é uma coisa tão natural, que nunca se preocupou com ele”. Assim VEJA descreveu, em novembro de 1968, a rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Na ocasião, a monarca acabara de fazer uma visita de dez dias ao Brasil. Os dias de realeza no país causaram verdadeiro furor na sociedade brasileira. Nos morros cariocas, as pessoas saíram às janelas para acenar durante a passagem da comitiva de Elizabeth II, integrada também por seu marido, o príncipe Phillip.
Elizabeth II assumiu o trono britânico em fevereiro de 1952, após a morte do pai. E já o fez em grande estilo. No pouco mais de um ano até o muito esperado espetáculo de sua inédita coroação diante das câmeras, o número de casas com aparelhos de TV no país saltou de 750.000 para mais de 2 milhões. A rainha tem garantido desde então a manutenção de uma monarquia que, de tão faustosa e ritualística, difere até mesmo dos regimes congêneres da Europa continental, mais discretos.
A histórica habilidade para se adaptar aos novos tempos é a marca registrada da monarquia inglesa e o segredo de sua longevidade. Outras dinastias europeias poderosas na entrada do século — como os Romanov da Rússia e os Hohenzollern da Alemanha — se apegaram demais a privilégios anacrônicos e foram varridas da História. Elizabeth II já tomou decisões inovadoras nos últimos dez anos: passou a pagar imposto de renda e podou as verbas públicas para a parentela real.
“Uma rainha que não gesticula. Está sempre com os dedos entrelaçados sobre o colo ou com as mãos espalmadas junto ao corpo. Protocolo para ela é uma coisa tão natural, que nunca se preocupou com ele”. Assim VEJA descreveu, em novembro de 1968, a rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Na ocasião, a monarca acabara de fazer uma visita de dez dias ao Brasil. Os dias de realeza no país causaram verdadeiro furor na sociedade brasileira. Nos morros cariocas, as pessoas saíram às janelas para acenar durante a passagem da comitiva de Elizabeth II, integrada também por seu marido, o príncipe Phillip.
Elizabeth II assumiu o trono britânico em fevereiro de 1952, após a morte do pai. E já o fez em grande estilo. No pouco mais de um ano até o muito esperado espetáculo de sua inédita coroação diante das câmeras, o número de casas com aparelhos de TV no país saltou de 750.000 para mais de 2 milhões. A rainha tem garantido desde então a manutenção de uma monarquia que, de tão faustosa e ritualística, difere até mesmo dos regimes congêneres da Europa continental, mais discretos.
A histórica habilidade para se adaptar aos novos tempos é a marca registrada da monarquia inglesa e o segredo de sua longevidade. Outras dinastias europeias poderosas na entrada do século — como os Romanov da Rússia e os Hohenzollern da Alemanha — se apegaram demais a privilégios anacrônicos e foram varridas da História. Elizabeth II já tomou decisões inovadoras nos últimos dez anos: passou a pagar imposto de renda e podou as verbas públicas para a parentela real.
sábado, 4 de junho de 2011
Elizabeth Bowes-Lyon
Elizabeth Bowes-Lyon (Londres, 4 de agosto de 1900 — Londres, 30 de março de 2002) foi rainha consorte de Jorge VI do Reino Unido de 1936 a 1952. Ela é mãe da Rainha Elizabeth II, a atual monarca britânica.
Após a morte de seu marido, ela passou a ser titulada como Rainha-Mãe, para evitar confusão com sua filha, de mesmo nome.
Ela foi a última rainha consorte da Irlanda e imperatriz da Índia a morrer, tendo seu funeral presenciado por Mary Mc Aleese, então presidente da Irlanda. Quando se casou, em 1923, ela adquiriu o título de duquesa de York, já que seu marido era o segundo filho do então rei, Jorge V, e não o herdeiro aparente da Coroa britânica.
Ela ficou famosa pelo papel que desempenhou para apoiar moralmente seu povo durante Segunda Guerra Mundial. Anos mais tarde, Elizabeth foi considerada o membro mais popular da Família Real Britânica.
Até mesmo o Palácio de Buckingham foi atingido. Por segurança e razões familiares, o Rei e Rainha não passavam a noite no palácio, mas sim no Castelo de Windsor, a uns 35 km (20 milhas) a oeste do centro de Londres, local onde as princesas já estavam durante todo período de guerra.
Adolf Hitler chamou-a de "a mulher mais perigosa da Europa" e disse que "Se Churchill é o homem que tenho que mais temer, então é ela a mulher que tenho que mais temer".
Após a morte de seu marido, ela passou a ser titulada como Rainha-Mãe, para evitar confusão com sua filha, de mesmo nome.
Ela foi a última rainha consorte da Irlanda e imperatriz da Índia a morrer, tendo seu funeral presenciado por Mary Mc Aleese, então presidente da Irlanda. Quando se casou, em 1923, ela adquiriu o título de duquesa de York, já que seu marido era o segundo filho do então rei, Jorge V, e não o herdeiro aparente da Coroa britânica.
Ela ficou famosa pelo papel que desempenhou para apoiar moralmente seu povo durante Segunda Guerra Mundial. Anos mais tarde, Elizabeth foi considerada o membro mais popular da Família Real Britânica.
Segunda Guerra Mundial
Durante a Segunda Guerra Mundial, o rei e rainha tornaram-se símbolos da resistência, e Elizabeth recusou-se publicamente a deixar Londres durante a blitz, não dando atenção aos avisos do gabinete de viajar para o seguro Canadá. "As princesas não irão embora sem mim; eu não irei embora sem o Rei, e o Rei nunca irá embora", disse ela.Até mesmo o Palácio de Buckingham foi atingido. Por segurança e razões familiares, o Rei e Rainha não passavam a noite no palácio, mas sim no Castelo de Windsor, a uns 35 km (20 milhas) a oeste do centro de Londres, local onde as princesas já estavam durante todo período de guerra.
Adolf Hitler chamou-a de "a mulher mais perigosa da Europa" e disse que "Se Churchill é o homem que tenho que mais temer, então é ela a mulher que tenho que mais temer".
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